sexta-feira

Quem sou eu?


Quando viramos mãe parece que deixamos de ser algo.
Quando viramos mãe, não somos mais fulana nem siclana, somos a MÃE de alguém.
Quando viramos mãe as pessoas abrem sorrisos quando chegamos no ambiente, mas eles não são para nós, são para o pequeno embrulho que trazemos uma cestinha ou num carrinho.
Quando viramos mãe as pessoas dizem OI primeiro para o seu filhinho lindo, gostoso e cheirosinho e depois, se tiverem perto de você ainda, lhe dão um Oi enquanto tiram seu filho do seu colo para brincar com ele.
Quando viramos mãe, só lembram de você quando o seu bebê está com fome, chorando, querendo comida. E quando lembram, ainda dizem que você é uma mãe má, que deixa seu filho com fome, que "judia" dele por querer ir ao banheiro e lavar as mãos antes de pegá-lo para amamentar.

Se é bom, se é ruim eu não sei. Acho que isso tudo faz parte da longa jornada que se inicia a partir do momento que damos a luz a um bebê e quando nasce uma MÃE.

Bom é que com o bebê todos estão felizes, sorrindo, tirando fotos o tempo todo e ele sempre será um motivo para reunir a família muitas e muitas vezes.
Sua casa fica cheia de visitas, seu bebê cheio de presentes e o amor reina no ar.
Essa é a atmosfera que é criada em torno da chegada do bebê. Por isso que todos dizem que criança sempre traz alegria.

Mas a alegria maior está na vida dos pais, que por mais que tenham que acordar de noite, que tenham que encarar todas as fraldas sujas, lavar e passar as roupinhas, dar banho, levar no médico, pra vacinar, pra isso e pra aquilo, são eles, os pais, que acompanham dia a dia o crescimento do bebê, cada gesto, mania, descoberta que ele faz e o que até agora me fez ter certeza de que ser mãe é algo maravilhoso é ver o sorriso na cara do pequeno príncipe quando olhamos pra ele e falamos "Oi bebê da mamãe!" E esse sorriso não tem preço, não tem explicação.
Assim como quando vemos o modo como ele espirra, os gemidinhos que ele dá quando relaxa, as várias poses que faz quando dorme, e todas as outras coisas que só os pais são capazes de ver e presenciar todos os dias.

Por isso que acho importante anotar, filmar, fotografar, compartilhar cada momento, cada coisinha que acontece, porque um dia vamos esquecer quão lindos são esses momentos.

To be continued...

Que mudança!

Esses dias eu estava pensando, o quão deve ser difícil nascer e se acostumar com as primeiras semanas de vida.
Pense bem, você estava num lugar escuro, quentinhos, só ouvindo os barulhos do coração e estomago de sua mãe, nadava o dia todo e não fazia esforço para receber alimento.
De repente, não mais que de repente, o seu cantinho começa a ficar apertado, se contraindo de tempos em tempos e você já não tem lá muito espaço...
Horas depois, de uma forma ou de outra, alguém te tira desse lugar onde você passou até então sua vida toda e te trazem pra um lugar estranho, claro, frio, pessoas te pegam, embrulham levam pra lá e pra cá, colocam algo no seu nariz e boca e aspirão eles... Depois te colocam num lugar onde você jamais viu, te colocam peças de roupas, meias, luvas, gorros e te levam até sua mãe.
E é aí que finalmete você vê algo que já conhecia... Sua voz, seu cheiro.... e então você levemente sabe onde está... está perto de onde veio, de onde esteve até então.
E por dias e dias seguintes começam uma série de novidades como banhos, banhos de sol, corte de unhas, fraldas, roupas e mais roupas, berço, carrinho... E o que todo o bebê mais experimenta na vida: COLOS, os mais diversos colos, tio, tia, madrinha, padrinho, vô, vó, pai, mãe, primos, etc... Pelo menos uma coisa você ganha, coisa que não tinha conhecido e que você agora adora: Carinho. São sorrisos, toques, abraços e um monte de gente falando com vozinha de criança perto de você, você gosta dessa atenção e as vezes até reclama por falta dela.
O pediatra do meu filho me disse algo que fiquei pensando, "O bebê chora por qualquer coisa que não esteja acostumado, pode ser banho, exercícios, entre outras coisas!" E de fato isso é verdade. Nos primeiros dias a hora do banho era um terror para o bebê. Ele chorava do começo ao fim e só acalmava quando estava vestido nos meus braços. Agora, ele definitivamente adora o banho. Fica todo relaxado na banheira, tão relaxado que depois do banho ele normalmente dorme que é uma beleza.
Com o banho de sol foi a mesma coisa, no começo o calor deixava-o louco, não ficava nem 3 minutos e já abria o berreiro, hoje ele fica até 20 minutos e não está nem aí. Porque ele acostumou com a novidade.
Nosso trabalho agora é encima dos exercícios diários que ajudam no desenvolvimento dos bebês. Nosso mocinho detesta ficar de barriga pra baixo, na posição que todos dizem que ele deve ficar para aprender a "virar".
E quem disse que ele gosta? Não dá 1 minuto e já tem alguém chorando... Estamos insistindo, fazendo festinha quando o colocamos de bruço, para ver se ele se anima e se faz alguma força nos bracinhos.
Espero que daqui pra frente ele dê conta do recado e siga o protocolo de "virar" assim que o colocarmos de bruço.

To be continued...

Um momento mágico

Recentemente descobri o que pra mim, até agora, é o mais gratificante em ser mãe.
Os bebês nascem de nós mas isso não significa que já nascem apaixonados por nós e nós por eles.
Na verdade são dois estranhos que tem um elo forte, agora invisível mas que faz com que ele seja sempre parte de você.
Apesar desta ligação forte, nem sempre mãe e filho se apaixonam de imediato. Assim como em qualquer amor é preciso ter tempo para conhecer o outro e descobrir do que gostamos e o que nos agrada.
Com os filhos não é diferente. É claro que o amor existe, dentro da gente, mas ainda não aflorou da maneira que deveria. Os primeiros dias, as primeiras semanas servem justamente para fazer este amor ser real.
Quando o bebê é muito pequeno a maneira mais gostosa de criar laços com ele é na hora de amamentar. Naquele momento não existe nada em volta, é apenas você, seu bebê, a pele macia dele tocando sua barriga, os olhos grandes que te olham apaixonados enquanto sua boquinha encaixa no seu seio e ele se vê feliz e satisfeito com o que dele sai.
São minutos fascinantes, importantes na vida da mãe e do bebê, pois naquele momento só existem eles. Não importa o que está ao redor. É o cheiro da mãe que o bebê sente, é o cheirinho do bebê que a mãe sente. É gostoso poder tocar nele por completo, segurá-lo no colo enquanto ele está lá, entregue 100% a você.
A amamentação pode ser muito dolorosa para muitas mães, pois além de alguns transtornos físicos como dores, etc (eu no caso não tive isso) torna a mãe um pouco (ou muito) escrava de seu bebê.
Ela precisa estar ali, pronta, disponível a hora que for, pelo tempo que for e isso nem sempre é muito fácil de aceitar. Como alguém novo, que você conhece ha tão pouco tempo e é tão pequeno pode te dominar assim?
Para muitas, este é o lado ruim; ter que programar tudo em função das mamadas: dormir, comer, tomar banho, se divertir... Para mim também não foi fácil. Principalmente porque eu sempre tive muita liberdade, podia ir e vir quando quisesse, tinha a minha vida praticamente controlada apenas por mim então de certa forma me sinto desconfortável com isso também...
Mas a gente aprende, aprende a conhecer o seu bebê e a saber lidar com ele.
Particularmente meu filho é um anjo, tem horários regulados e é super tranquilo.
Porém mesmo assim precisamos seguir horários. Com o bebê em casa a parte mais difícil até agora foi conseguir cumprir horários. Tudo é mais enrolado. Acordar, tomar banho e sair não demora mais 30 min, agora demora 1 hora ou mais, porque agora eu acordo, tenho que amamentar, por pra arrotar, arrumar a bolsa do bebê pra sair, trocar a fralda, tomar meu banho, me arrumar, colocar o bebê no carrinho, pegar todas as "tralhas" do bebê, pegar as minhas tralhas e finalmente sair.
Só não demoro mais de 2 horas pra fazer isso porque tenho uma ajuda e tanto do Montanha. Ele sempre pareceu ser um paizão e agora não está decepcionando ninguém. Posso até dizer que ele cuida mais do bebê que eu.
Ser pai e mãe realmente não é fácil, mas a gente aprende a dar valor a coisas que antes pareciam bobas demais para isso...

To be continued...

domingo

A chegada do bebê!




Pois é, depois que eles fecham a gente, ficamos de repouso na sala de recuperação.
Lá serve só para você se reestabelecer após a anestesia, tanto é que você só sai de lá quando é capaz de flexionar as pernas.
Isso parece ridículo, mas a anestecia é tão forte que realmente demora de 2 a 3 horas para que você realmente possa se mexer novamente.
Depois de 1 hora e 40min (tempo curto - segundo a enfermeira) consegui mexer as pernas e fui mandada para o meu quarto, junto com meu bebê. Até então não tinha dado uma olhada de verdade nele.
Cheguei no quarto na maca e o bebê sendo levado logo na frente. A enfermeira acordou meu marido e ficamos os três juntos novamente.
Como o bebê já estava chorando, a enfermeira me pediu para que eu amamentasse ele.
Sabia que ainda não tinha leite naquela altura, mas também sabia que tanto eu quanto ele precisávamos agir juntos para que isso acontecesse.
O fato do bebê sugar o seio, por mais que não saia leite, estimula a produção e faz com que o leite venha logo.
Mesmo assim, meu colostro não foi o suficiente para segurar a fome do garotão. Tivemos que dar complemento para ele. Ai a enfermeira chegou, colocou ele no colo e deu um copinho de café cheio de leite para ele. Ele se acalmou e dormiu.
A pior coisa que teve nesses 3 dias de hospital foi o tal entra e sai das enfermeiras para me dar o remédio intercalado com o choro do bebê... Quando eu finalmente conseguia pregar o olho, vinha a enfermeira pra me dar remédio.. depois pra me dar o café da manhã, depois o bebê tava com fome, depois tinham que dar banho no bebê e assim era o dia todo, a noite toda. Foi a pior coisa.
Mas de resto foi tudo muito bem. Gostei de ficar com o bebê no mesmo quarto o tempo todo, poder cuidar dele, olhar pra ele sempre que possível, isso não tem preço.
Meu leite só foi vir de verdade do segundo pro terceiro dia e me senti muito feliz por poder alimentar meu filho sozinha a partir dali.
Nos dias seguintes recebemos muitas visitas, estávamos muito cansados mas mesmo assim a babação do povo era tão legal que valia a pena assistir.
Os primeiros dias assim como a primeira semana foi tudo ok, nada de mais, ele não teve nenhuma reação adversa com as vacinas, como febre, dor etc. É um menino muito tranquilo e sempre muito simpático.

Vai no colo de quem quiser pegar, se não tiver com fome fica com você pelo tempo que for preciso. Adora dormir, tem horário para tudo, é praticamente um reloginho.

E eu? Digamos que virei uma vaca leiteira. Meus peitos estão enormes, tenho leite suficiente para a fome do meu filho e um leite bem saudável pois ele está crescendo e engordando bem, do jeito que deveria e isso é muito bom.

To be continued...

quarta-feira

Ta aí o que você queria!


Olá meu povo!!

A atualização demorou mas chegou!
E sabe porque ela demorou? Porque o meu pequenino nasceu!!
Pois é, dia 11 de novembro as 01:08 da manhã.
Mas como tudo isso começou?
Bem, eu estava com 38 semanas e 5 dias, fui fazer uma ecografia na terça feira dia 10 para saber como estava indo o meu meninão.
Já na consulta a médica observou que a taxa de líquido ameniótico estava muito abaixo do esperado e que além disse o Gustavo tinha duas voltas de cordão no pescoço, o que dificultaria e muito um parto normal por causa do comprimento do curdão.
Mas de fato o que mais preocupava era a taxa de líquido, pois o bebê precisa dele para se manter dentro do útero em boas condições.
Assim que saímos do exame, liguei para minha médica obstetra da casa do meu pai e entao relatamos para ela o que a ecografia revelou.
Com tudo o que estava acontecendo ela disse: "Vamos tirá-lo daí o mais rapido possível! Que tal hoje a noite?"
O Montanha congelou... e repetiu: "Hoje?" E então olhou pra mim pedindo uma resposta imediata.
Eu com a maior calma do mundo disse: "Tudo bem, que horas? Qual hospital?" e então tudo foi acertado.
Na mesma hora minha madrasta chegou e quando ouviu o HOJE já saiu gritando feliz e contente!
Entao ligamos para meu pai para avisá-lo da ocasião enquanto eu e Montanha nos preparávamos, primeiro psicologicamente, para o grande momento.
Fomos pra nossa casa. Enquanto eu acabava de arrumar a minha bolsa, a bolsa do bebê e tudo o que precisávamos para ir pro hospital, o Montanha teve uma crise de "piriri" e ficou no banheiro por muitos minutos.
Tomei meu banho, dormir, relaxei... ou melhor, tentei relaxar pois já estava começando a sentir contrações desde o meio da tarde...
Fomos pra casa do meu pai por volta das 21 horas. Já eram mais de 4 horas tendo contrações e mais de 2 horas tendo contrações de 5 em 5 minutos (intervalo ideal para dar inicio ao parto).
Pegamos minha madrasta e fomos pro hospital, depois de uns minutos, meus cunhados (padrinhos do Gustavo) chegaram também. Estávamos todos ansiosos esperando a chegada da minha obstetra para dar início aos preparativos da sala de cirurgia.
Entao me colocaram numa espécie de baia, onde tinha uma caminha, com cortina na "porta" e uma cadeira. Tinha que ficar lá esperando a minha hora de entrar.
Me deram entao uma camisola, tive que tirar tudo o que eu tinha de objetos, ficar absolutamente nua, apenas com a tal camisola amarela. Nesse meio tempo meu pai chegou ao hospital depois de uma reunião de condomínio - ele é o sindico e nao podia fugir dela.
Minutos depois chegou um rapaz com uma cadeira de roda. Fui até o centro cirurgico com meu marido enquanto meus familiares me esperavam no apartamento onde eu ficaria hospedada depois.

Entrei no centro cirurgico sozinha, enquanto o Montanha se vestia com aquelas roupinhas azuis que vemos nas novelas.
Fiquei ali, sozinha, numa sala fria, com uma moça parcialmente cedada do meu lado, sendo monitorada por aparelhos que faziam barulhinhos a cada pulsação de seu coração.
Eu sentada naquela cadeira, com contrações, sozinha, com uma moça que trabalhava no hospital cheia de coisas pra resolver, na sala ao meu lado estava tendo um outro parto.
Só descobri quando vi uma mulher carregando um bebê choroso para o outro lado do centro.
Enquanto isso eu continuava sozinha. Foram mais de 40 min., até que eu ouvi a voz da minha médica e isso me deu um alívio. Mas nada dela aparecer, pra me dizer um olá!
Fui ficando mais nervosa com essa falta de apoio... as contraçoes estavam cada vez pior... precisava de alguém pra segurar minha mão.
Ja passavam das 23 horas e meu parto tinha sido agendado pras 22horas. Estávamos atrasados.
Logo depois minha médica apareceu, perguntou como eu estava etc e logo depois sumiu de novo.
E eu ficava me perguntando: "Cade meu marido?"
Até que nao aguentei e perguntei pra tal menina que estava atolada de coisas.
Ela me disse que ele estava lá fora, trocando de roupa, mas que estava demorando porque estavam com dificuldade de encontrar uma roupa que coubesse nele.
Falando assim até parece que o Montanha é enorme de gordo, coisa que de fato nao é, mas o apelido dele continua sendo Montanha, enquanto ele também não é dos mais mirradinhos.
Finalmente ele chegou! Me deu um alívio tão grande!
Ficou comigo por uns minutos e entao chegou minha médica.
Fomos pra sala onde seria o parto.
Ela me deitou na cama, fez o que eles chamam de toque e então me disse:
"Você tá com 8cm de dilatação, vamos tentar normal?"
"Faz força, vamos ver!"
E nisso eu pensei: O que? Normal? Mas... mas..? Fazer força? Tá bom!!
E lá fui eu fazer força... e de novo e de novo....
Ela entao rompeu minha bolsa, fui uma sensação estranha. Uma mistura de sangue e água apareceu entre minhas pernas.
"Vamos colocar ela na sala de parto normal?" - disse a médica para o assistente.
E lá fomos nós...
Pra encurtar a história, não fiquei muito tempo na sala de parto normal porque comecei a sentir muitas dores nas costas devido minha lordose que se agravou durante a gravidez. Sentia mais dores nas costas do que as dores da contração e isso nao estava me ajudando a fazer a força necessária para o bebê sair.
Pedi então que voltássemos para a sala de cirurgia, pois sabia que nao conseguiria fazer o meu trabalho durante o parto.
Voltamos pra sala de cirurgia, o anestesista chegou, aplicou a injeção e em incríveis 30segundos eu já não sentia mais minhas pernas e abdomem. Eles foram dominados por um formigamento e toda a sensibilidade foi embora.
Então a médica passou aquele líquido amarelo na barriga, colocaram o tal pano azul na minha frente, de um lado do meu braço havia soro, do outro o medidor de pressão e então a médica começou a cortar minha barriga.
Dai pra frente é claro que não sentia nada... Ouvia tudo o que estava acontecendo, mas nao tinha noção do que estava sendo feito. O Montanha estava comigo, e tudo ia bem.
Depois de poucos minutos eu senti uma pressão grande na barriga e logo depois ouvi o choro do meu bebê!
A sensação é incrível. A enfermeira me mostrou ele, eu fiquei sem reação. Isso estava dentro de mim, agora está aqui!? E logo o levaram para a pesagem, medição e avaliação das condições de vida dele.
Enquanto isso o Montanha o acompanhou e eu fiquei sendo "fechada" pelos médicos.
Depois meu marido voltou com nosso bebê no colo e me mostrou ele novamente.
Foi muito bom ver minha família toda junta pela primeira vez!

O proximo post vai ser sobre as primeiras horas com o nosso pequeno!

To be continued...

terça-feira

De repente 36

Parece que foi ontem...

Que mentira!!
A gravidez passou rápido até aqui, mas nada que se compare com "ontem"!
Noves meses não demoram muito, mas os últimos meses estão sendo os mais difíceis de suportar.
Certa vez li a seguinte frase : "Se gravidez fosse um livro, eu nao escreveria os dois últimos capítulos!" e de fato é verdade.
Do oitavo mês pra cá a coisa veio ficando pesada, cada vez mais pesada.
Muitas dores nas costas, na lombar, pernas, cólicas e principalmente as primeiras contrações.

Segundo a medicina tudo se justifica, mas a gente nem quer saber o motivo, quer saber logo é como aliviar isso, e a resposta é a mais clara de todas: Quando o bebê sair tudo acaba!!
O problema agora é QUANDO isso vai acontecer.
A partir de agora, a qualquer momento.
Estou com 37 semanas e alguns dias, isso equivale a nove meses e 1 semana praticamente.
Segundo minha médica o Gustavo pode ficar até 40 semanas dentro da barriga (Data provável do parto) Isso no calendário dá dia 20 de novembro.
Caso o Gustavo seja um menino preguiçoso, ele terá mais uma semana de crédito dentro da minha barriga, porém, se no prazo de mais uma semana (27 de novembro) ele não nascer, seremos obrigados a tirá-lo de lá, afinal, ele nao pode viver lá a vida toda!
A justificativa da medicina é claro que nao é essa.
Parece que passadas 41 semanas de gestação a vida uterina passa a ser prejudicial ao bebe. É como se ele começasse a envelhecer lá dentro, nao tendo mais espaço para crescer ele começaria a atrofiar ou algo parecido.
Bem, sei que ao que tudo indica o Gustavo nao deve ficar 41 semanas na barriga, mas deve chegar até a data provável do parto.
Porque?
Porque existe uma série de coisinhas que dizem mais ou menos quando o bebe vai nascer. Podemos dizer que existem uma série de sintomas.
A barriga fica baixa, devido a posiçao que o feto assume perto da hora (semanas) de nascer.
Sentimos (as vezes) contrações mais frequentes, diárias, repetidas etc.
O bebe depois que "encaixa" dificilmente se mexe muito, já que ele encontrou a posição para ficar para o seu nascimento.
Além de outros "sintomas" que eu nao sei examente explicar, mas que existem e sao fáceis de entender para quem é especialista no assunto.

Minha barriga já mudou de forma, mas segundo o toque da minha médica o Gustavo até semana passada nao corria o "risco" de nascer.
Agora como a hora do parto se aproxima, as visitas ao obstetra sao mais frequentes, antes iamos 1 vez por mes, depois 2 por mes e agora toda semana estou lá dando um "oizinho" pra Dra.

Qual é a parte menos agradável dos 9 meses?
Definitivamente qualquer movimento que nao seja estar deitada numa cama!
Sentar no pc nao dói, mas depois de alguns minutos no PC, ou sentada em qualquer outro lugar onde fico com as pernas para baixo e a coluna reta, quando me levanto sinto que minha barriga repuxa, sinto uma cólica cada vez que levanto depois de muito tempo sentada. Isso realmente é ruim.
Quando vou comer, o maior problema agora é conciliar o tamanho da barriga com a distancia que preciso ficar da mesa e com o trajeto que a comida faz do prato até minha boca.
Parece besteira, mas fica realmente longe o prato da boca e como a barriga está grande, inclinar-me para frente nao ajuda (se fosse possível) a minimizar as chances da comida cair na minha barriga.
A solução? Abrir BEM as pernas, para a barriga descer mais e entao conseguir chegar mais perto da mesa e se alimentar normalmente.

Outro problema? Hora de se vestir.
Você toma um banho super relax e vai colocar a calcinha... de repente uma barriga enorme na sua frente. Você nao consegue se abaixar, nao consegue erguer as pernas e muito menos dobrá-las.
Solução? Sentar-se na cama, na cadeira ou onde puder, dobrar a perna por cima do OUTRO joelho e colocar a calcinha.
Após alguns dias de prática nao fica tao dificil, mas é um pouco desconfortável.

Mais um incômodo? A posição boa para se dormir.
CLARO que há meses nao sei o que é dormir de bruço, mas pouco me importa pois nunca consegui dormir nesta posiçao.
O problema agora é que só dá pra dormir de lado, seja direito ou esquerdo, de preferencia o esquerdo (segundo a médica) e CADA movimento e mudança de posição deve ser friamente calculado.
O peso da barriga faz com que mexer o quadril (da direita pra esquerda) seja uma tarefa dolorida e pesadíssima. Voce deve virar a bunda pra um lado, depois as costas e por ultimos as pernas até conseguir definitivamente atingir a possível confortável que espera.

O dificil é conseguir ficar nesta posiçao por muito tempo. Primeiro porque sua perna que está na parte de baixo, na qual vc está apoiada começa a doer muito se você ficar muito tempo sobre ela, segundo porque com um bebê fazendo pressao na sua bexiga, a frequencia com que você vai ao banheiro durante a noite se torna impressionante. Pra nao exagerar, tem noites que vou de 3 em 3 horas, as vezes até intervalos menores.
O "bom" é que com a chegada do bebê nao terei muitas horas disponíveis para dormir de madrugada de qualquer jeito, entao é uma forma de me acostumar com os horários de amamentar.

De resto é isso.
Se nao fossem as minhas novas roupas de grávida, eu nao teria direito o que vestir, principalmente em ocasioes tipo aniversários, festas, ou qualquer outro evento onde eu devesse estar mais arrumadinha do que uma blusa velha e um short.

A parte boa dos 9 meses é que nunca faltou tao muito tempo para que tudo isso acabasse!
Ver o quarto do bebê pronto, ver tudo arrumado e só aguardar para que ele chegue com saúde e gordinho, cheio de dobrinhas, nao tem nada melhor nesse momento.
Fico as vezes olhando o quarto dele e imaginando o meu novo dia a dia com ele ali...
Sei que por mais que eu imagina nunca saberei realmente o que é até realmente chegar a hora.

Acredito que conseguirei ainda atualizar o blog antes do Gustavo nascer, mas caso isso nao aconteça farei de tudo para pelo menos escrever 3 linhas, dizendo como foi o parto e como está sendo a presença dele na nossa vida.
Não só pra informações de vocês mas também para registro meu, afinal esse blog também serve para que EU relembre tudo o que passei e vivi.

To be continued....

segunda-feira

E lá se vão 7...


Pois é, está é minha última semana do sétimo mês.

Pensei que demoraria mais para o final da gravidez chegar, mas olhando pra trás nem demorou tanto.
Minha barriga já está definitivamente crescida e redonda, o Gustavo já dá os tão falados chutes e socos doloridos e se mexe constantemente.

Meus tornozelos devidamente inchados, minhas costas devidamente doloridas e meus movimentos devidamente debilitados... Isso é a gravidez!

Mas sabe que nem acho isso de tudo ruim? Lógico que está longe de ser agradável, mas acho que é preciso passar por isso e não vejo tanto como uma tortura.
Até mesmo o trabalho de parto e parto pra mim não são mais motivos de pesadelo.
Acho até que nunca foram.
Sempre pensei "Uma hora tem q sair!" e essa hora está cada vez mais perto, não podendo de forma alguma ser ignorada.
Penso que o parto pode ser ruim pra umas e bom pra outras (apesar de que BOM mesmo não deve ser nunca!) mas eu acredito muito na minha condição física de "Quadriluda" para ter um parto normal fácil e tranquilo.
Vejo a cesariana apenas como um solução para o nascimento e não como uma opção.
Apenas se realmente não for possível dar a luz naturalmente é que pensaremos em fazer a cirurgia. Mas longe de eu fazer meu filho sofrer para tentar dar a luz naturalmente.
A partir do momento em que as coisas não saírem como o planejado, já irei optar pela cirurgia para evitar sofrimento para o bebê e dores desnecessárias para mim.

Outra parte que vem logo depois do parto que me deixa pensativa (e essa sim eu gostaria que desse muito certo!) é a amamentação.
Pq?
Bom, pq até onde sei ela envolve vários fatores, entre eles:
- Ter leite;
- Conseguir ter leite suficiente para a fome do bebê;
- Conseguir fazer com q o bebê pegue o bico direitinho para mamar;
- Conseguir aguentar o processo de amamentação, pois muitas dizem ser doloroso;
- Não sangrar os bicos (muitos ressecão e sangram).

Acredito que estes sejam os principais, fora que amamentar é importante para o bebe, como mãe, devo me alimentar ainda melhor pois meu leite vem do que como e bebo, é um momento muito íntimo e bonito de mãe e filho e eu não gostaria de perder isso.

Por pior que possa ser, tenho muita fé e vontade de conseguir amamentar então é isso que me faz não pensar em coisas ruins que podem acontecer e se por acaso eu não conseguir de fato amamentar não me sentirei frustrada por isso, pois sei que é uma coisa que está além de meu alcance para ser ou não ser capaz de fazer.
O que me preocupa é o terrorismo que fazem em relação a chegada do bebe e o acumulo de obrigações que vem junto com ele.
É óbvio que sei, pois todos falam, que filho dá trabalho, mas acho que as vezes as pessoas mais próximas exageram nas suas constatações.
Quando falei em morar sozinha com meu marido, todos ficaram aterrorizados pensando que nossa casa seria um chiqueiro, pois tanto eu quanto ele viemos de casas mágicas.

O que é uma casa mágica?
É aquela que de manha cedo vc levanta pra ir pro trabalho/escola/faculdade deixa a cama bagunçada, toma o café da manha e deixa a mesa do jeito que ficou, toma um banho e joga a roupa no chão do banheiro e sai...
Quando vc volta pra almoçar, sua cama está feita, seu quarto arrumado, a mesa de café já foi tirada e a mesa para o almoço já está posta, sua roupa não está mais no banheiro e ele cheia a produtos de limpeza.
Isso é uma casa mágica.

Bem, então, todos achavam que nossa casa, por não ser mais mágica, por não ter ninguém que fizesse pela gente os deveres domésticos, seria uma verdadeira bagunça.
Agora todos estão de queixo caído pois eu e Montanha estamos de fato conseguindo administrar muito bem nossa casa, claro que temos dias em que não queremos lavar louça, outros onde estamos com preguiça de passar pano, mas com consciência a gente acaba mantendo a casa limpa e arrumada.
Não posso negar que o Montanha faz muito mais pela casa do que eu, uma vez que ele tem intervalos de folga muito mais longos que o meu, mas acredito que temos funções diferentes e bem definidas dentro de casa.
Eu sou mais administrativas, cuido das datas de vencimento de contas, se temos ou não temos leite, pão, presunto, queijo, sabão, etc. , se precisamos ou não lavar roupas, passar roupas, tirar roupas do varal, colocá-las no varal, se temos que limpar os panos de chão, lavar as toalhas de banho e as roupas de cama, onde e como devemos guardar tudo o que é limpo e passado... Assim como onde teoricamente tudo deve ficar (pratos, mantimentos, roupas, toalhas, jogos de lençol, sabonetes, kit de primeiros socorros, etc.), qual a melhor disposição das poltronas, onde devem ficar as almofadas, as cadeiras da mesa, os travesseiros da cama, os chinelos etc...
Enquanto isso, o Montanha cuida da limpeza da casa, como lavar as louças (com certa ajuda minha também), passa pano no chão, limpa os banheiros, passa pano nos móveis, troca o lixo da cozinha, me ajuda com as roupas do varal, a lavá-las também.. etc. Então acredito que estamos indo bem com a nossa casinha.
O que de fato me preocupa é que eu realmente não sei quando de tempo uma criança recém-nascida demanda de nossa atenção e pelo terrorismo que estão fazendo, parece que meu dia vai precisar de 72horas pra q eu consiga fazer tudo....
Na verdade acho que não precisa ser assim.
Primeiro pq meu marido me ajuda muito, principalmente quando vê que estou cansada e que a barriga começa a me debilitar em certas tarefas, segundo porque acredito que possa ter ajudar de uma empregada para limpar minha casa, afim de q eu me dedique apenas a cuidar, alimentar e dar atenção ao meu filho.
Então não vejo essas mil obrigações que todos falam. Vamos ver o que digo nos posts daqui 3 meses né?
Acho que com organização teremos tempo para fazer tudo o q precisamos e ainda assim cuidar muito bem do nosso filho. Eu não tenho medo das responsabilidades e acho que isso já é um grande passo.

É isso, que venha o Gustavo com suas bochechas gordas e pezinho grande!!

To be continued...

terça-feira

Ecografias 3D Gustavo

Agora vou mostrar as ecografias do meu filhão, primeiro começo com a mais "importante" que é a que torna o Gustavo, de fato, o Gustavo:

Agora uma foto dele com boquinha fechada e bochechas redondinhas:


Agora ele cansou de todo mundo babando e falando como ele era fofo e fez questão de tapar os ouvidos:


Agora ele deu um sorrisinho, repare nas covinhas que se formaram na bochecha, ele está levemente sorrindo para nós:



Agora fez pose, do tipo "cansei", com a maozinha na testa, repare no narizinho que perfeitinho:


Mais uma onde o narizinho aparece todo arrebitado:


Nessa vemos bem a carinha e os traços do Gustavo, nariz, queixo e boca:

Cheeeeeeeeeega de babação!
Esse é meu lindo filho...
Pra quem tava devendo fotos acho que atualizei bem né?
É isso galera...

To be continued...

segunda-feira

Fraldas pra que te quero!

Atendendo aos pedidos da dindinha Lelê, vou atualizar o blog contando sobre o chá de fraldas:

Primeiro, começo dizendo que dia 11 de setembro eu fiz uma das ecografias mais legais (se não a mais legal) que existe: A 3D que é também chamada de 4D, o que isso significa?

Vou colocar uma foto, que não a do meu filho pra vcs entenderem o que é essa ecografia, assim que tiver as fotos dele eu atualizo o blog com a carinha do meu Gustavão:


Em suma é isso, vc tem noção do desenho do rosto, mãos, pés etc. Teoricamente é como se vc visse através da barriga da gestante e observasse o bebe como ele vai nascer, com a carinha que ele tem de verdade.

O que faz a 3d virar 4d é o fato de ser gravado o exame, gerado um vídeo.
As ecografias 3D dever ser feitas entre as semanas 28 e 32 para garantir uma melhor visualização do bebe, após 32 semanas (final do 7 mês) o bebe começa a ter menos espaço dentro da barriga da mãe e a visão do exame e, logo, a qualidade dele ficam prejudicadas.

Foi com sucesso que com 30 semanas consegui fazer o exame e ver a carinha do meu Gustavo.

Para completar o resumo digo agora o que mudou em mim desde a última postagem:

- Os chutes estão mais intensos tanto em frequência quanto em força. É possível VER os chutes e nãosentí-los pelo toque em minha barriga.
- Meu umbigo ainda não saiu totalmente, mas parte dele está se manifestando cada vez mais para fora.
- Comecei a sentir mais dificuldade para me mexer, levantar, abaixar etc. Agora só consigo me levantar de lado e não mais de frente como se fizesse abdominal... tenho que deitar totalmente o corpo e dai me apoiar pelos braços e me erguer lateralmente. No começo é esquisito, ruim, mas quando não se tem outra forma de levantar da cama esta parece a melhor delas.
- Amarrar cadarço nem pensar! Meus pés estão cada vez mais difícil de alcançar e colocar meias, tenis e sandálias de fivelas se tornaram missões quase impossíveis.
- Praticamente todas as roupas que me cabiam "não-gravida" já não cabem mais. Agora o quadril começa a se abrir ainda mais, o rosto a tornar-se mais redondo e os braços e coxas começam a ficar redondinho. Ou seja, vc começa a engordar pra valer!
- Sinceramente não me senti tão carente e chorona quanto achei que ficaria, ponto positivo, pois evitei muitas brigas desnecessárias com o marido. Fico até mais carinhosa do que de costume, mas nada que se torne um "chiclete".
- A ansiedade pela chegada do bebê é cada vez maior. Ver o quartinho dele tomando forma, os presentes que ganho ocupando os lugares na casa, isso tudo é muito gostoso e faz com que, mesmo ainda dentro da barriga, sua presença já seja sentida no ambiente.
- Felizmente não tive problemas com estrias na barriga e no restante do corpo (aparentemente nenhum novo "risquinho" foi encontrado além dos que já existiam).
- Meus seus começaram a crescer com mais intensidade, podendo até ser observado pontinhos brancos nos bicos, o que seria o começo de um leite materno, mas em forma de pasta ou algo ainda mais denso, devido a falta de estimulação (mamada). Assim que for necessário alimentar o bebe, está pasta irá ficar cada vez mais rala até se tornar o leite materno normal.
- Infelizmente, a rotina de trabalho, arrumar casa e cuidar do marido fazem com que a gente fique por mais tempo em pé e isso ocasiona inchaço nos tornozelos, principalmente onde as meias trancam a circulação.

De resto tudo está bem.
Tenho agora necessidade de comprar roupas mais folgadas, próprias para gestantes de barrigas de 8, 9 meses pois todas as demais estão apertadas de uma forma ou de outra e querendo ou não, quanto antes eu abandonar os tenis e começar a usar só sandalinhas de dedo, melhor pra mim. Então vestidos de grávidas, lá vou eu!!!

Sábado agora foi o tão esperado chá de fraldas.
Pedimos fraldas, apenas elas e poucos pacotes de lenços umidecidos.
Resultado do chá de fraldas?
- 2 pacotes tamanho RN - só para a maternidade e primeiros dias de vida.
- 4 pacotes tamanho P - para as primeiras semanas de vida.
- 21 pacotes tamanho M - para os primeiros meses de vida (de 3 a 8 meses)
- 18 pacotes tamanho G - para os meses próximos de completar 1 ano (de 9 meses até 1 ano e 2 meses)
- 2 pacotes tamanho XG - para os meses em que o bebe começa a deixar de usar fraldas (2 anos e pouco)
- 23 pacotes de lenços umidecidos - para limpar o bumbum do bebe (acima de 2 meses).

Quando o bebe é recem-nascido, limpamos o bumbum dele apenas com óleo de amêndoas e algodão, pois estes lenços podem ocasionar alergia na criança.

É óbvio que precisaremos comprar mais fraldas, mas estamos muito bem assistidos por alguns meses e isso nos dá um alívio.
Existem ainda as pessoas que não entregaram as fraldas pra mim, então ainda acho que receberei mais e mais pacotes, o que é ótimo! hehe

Também estou ganhando muitas roupinhas para o Gustavo. Quando menos esperamos, alguém (normalmente uma mulher próxima da família - vós, cunhadas, tias etc) aparece com 2 ou 3 mudas de roupinhas de todos os tipos, tamanhos, cores e formas. Um verdadeiro espetáculo de variedade!! Se duvidar meu filho já tem mais roupas que eu!! hehe

Meu marido (Montanha) continua carinhoso, passando diariamente óleo de amêndoas na minha barriga. Este é o momento mais alegre do dia. Eu deito na cama, coloco o barrigão pra fora e ele fica espalhando o óleo e conversando com nosso filho. Enquanto isso o Gustavo dentro da minha barriga parece reconhecer (e não duvido disso) a voz do pai e responde com chutes, socos e cotoveladas enquanto o pai interage com ele.

Bom, acredito ter dado uma bela atualizada no blog hoje. Assim q puder colocarei fotos do Gustavo, para que todos acompanhem o meu pequeno cidadão...

To be continued...

quarta-feira

Vai chutar a mãe!!

E não é que o pequeno Gustavo obedeceu?

Nesta última quarta feira, dia 26 de junho eu estava aqui no trabalho, com aquele tédio que só uma quarta feira às 16horas da tarde nos dá quando senti um Puff na minha barriga.
Achei estranho.
Pensei: Será que é fome? Nao estou com fome agora.
Será que é vontade de ir ao banheiro? Nao estou com vontade agora...
E logo depois veio outro Puff.
E entao me liguei de que o Puff num era pum, era o Gustavo!
Que sensação engraçada. Algo dentro de você, que nao é voce, chutar voce!
Foi a primeira sessão de muitas outras que vieram logo nos dias seguintes.
Cada dia que passa mais e mais chutinhos são dados por ele na minha barriga.

No começo do mes fiz outra ecografia para saber se estava tudo bem com o bebê e mais uma vez vi ele, grande, gordinho e cabeçudo!
Ele estava com 18 semanas, 22cm e 233g.
A partir desse dia apelidei ele de "Meu saquinho de fandangos" por motivos meio óbvios.

Parece que agora ele vai crescer 2 cm por semana, até nao sei quando, pq ainda falta um bom pedaço para acabar a gestação.

De qualquer forma o evento de todos os tempos foi sentir os chutes dele.
Engraçado agora é o Montanha querendo sentir tambem! Ele agora vive com a mão na minha barriga, dorme com a mão na minha barriga para sentir o bebe chutando.
Segundo ele, se é que nao foi um sonho, porque ele já estava meio dormindo, ele sentiu um chutinho quando estava comigo. Espero que não seja sonho dele, e ele também espera que não, mas agora com certeza ele vai sentir mais e mais...

É isso gente, os chutes nao tem hora, data nem local, mas acontecem todos os dias, seja no trabalho, em casa, na rua, antes de dormir...
Lê num livro que quanto mais quieta eu fico, mais o bebe mexe, entao de noite devo sentir bem mais que de dia, apesar de ficar no trabalho sentada e quieta o dia todo.

Enquanto eu escrevia este post o Gu me chutou algumas vezes! hehe

To bem continued...

Eu vi, eu vi...

Pois é gente, dia 04 de junho eu descobri que dentro da minha barriga tem um Meninão.

O nome será Gustavo.

Foi bem legal descobrir o sexo dele com apenas 15 semanas de gestação.

Eu fui no médico de manha cedo acompanhada do meu marido e cunhada (uma das madrinhas).

Após o médico fazer todas as medições necessárias do exame, começamos a observar que perto das perninhas do bebê havia um "algo a mais".
Sim sim, era um pinto!!
Eu nunca fiquei tão feliz ao ver um pinto tão pequeno! hehe

Foi muito bonitinho!
O Gu estava se mexendo bastante, pudemos ver ele de todos os jeitos, ver as pernas, os braços, os pés, a cabeça e até conseguimos ver o formato do perfil dele, foi perfeito!

Ele estava com 18cm. Pra mim isso foi assustador, achei grande demais!!!
Pensando que de 13 a 17 semanas formam o 4 mes de gestação, achei que ele tá mto grande pra "idade" dele.
Pois pense, 4 meses e meio (15 semanas) é metade do período (contando em meses)
4,5 é metade de 9 meses.
Mas como contamos em semanas, tenho 15 semanas de até 40 semanas de gestação.
a partir da 38 semana, deve considerar que a qualquer momento o bebe pode nascer.
Entao a partir de 1 de novembro eu estarei em alerta total!
Mas voltando, 18 cm é praticamente 1/3 do tamanho que ele vai nascer... 54cm...
Pensando que ele nascer com 54cm vai ser um filhote de baleia né? GRANNDDEEE!!!
Mas enfim, será muito legal.. um bebê grande e lindoooooooooooooo
hehee
eu sei, eu sei, eu to babando mas tá tão legal montar a casa, montar nossas coisinhas e depois pensar no quarto do Gu... Fico boba com tudo q vejo nas lojas de criança, casa etc.
Se bem que ainda fico perdida com os nomes das roupinhas e para que elas servem...
Assim como as mil toalhinhas que existem...

Essa parte eu sei que estou BEM perdida.
Qual a melhor fralda?
Quantas peças de body?
Quantos pagoeszinho?
Quantas meias?
Quais os tamanhos?
As cores?
Enfim....
É uma loucura!
Fora o carrinho, o bebê conforto, o assento de carro, o berço, a banheirinha, as toalhas com capuz, etc etc etc...
É coisas demais pra se pensar.... Sem contar nas coisas para o quarto!
Coloco qual tema?
Que tipo de enfeite?
Coloco móbile no berço?
Qual o melhor mosquiteiro?
Compro bichos de pelúcia ou podem dar alergia?
Coloco lâmpadas amarelas ou brancas no quarto?
Compro quantas almofadas para o berço?
Compra uma cômoda grande? As roupinhas são tão pequenas....
Enfimmmmmmmmmmmmmmmmm
Muitas são as coisas para se pensar mas a gente aprende.... Eu espero! hehe

To be continued...

sexta-feira

Muito prazer!

 
Pus de cabeça pra baixo porque dá pra entender melhor o bebê.
5cm.
Podemos observar os braços, pernas, cabeça e a barriga.
Sexo ainda nao identificado por ecografia.
Possíveis nomes:
Gustavo
Daniel
Isabela
Nathália
Votem! hehehe
To be continued....

quarta-feira

11 semanas e 5 dias


Olá gente!
Como ainda nao fiz um post explicando tudo o que está acontecendo comigo acho que farei isso agora, ou pelo menos vou tentar.

Na semana de 20 a 24 de março deste ano eu estava sentindo fortes cólicas, meus seios começaram a doer e eu acreditava fortemente que era uma daquelas TPM's que chegam pra avacalhar com nossas vidas e resolvi ligar para minha médica.
Ela pediu que eu fizesse um ultrason, desses que você faz pra saber se está com problemas no ovário, útero etc.
Um exame normal eu diria.
Para mim nao foi.
Cheguei no consultório, coloquei aquele aventalzinho horrível que elas pedem para a gente por e fui para a mesa de exame.
Assim que a médica introduziu o aparelho em mim vi algo de "errado".
Apareceu uma mancha preta no centro da tela.
Eu já havia feito um ultrason e nada disso tinha aparecido antes.
Fiquei preocupada e perguntei: O que é isso Dra?
E ela com um sorriso no rosto me respondeu: Você está em processo de gestação.
Fiquei sem reação.
Gestação!? Como assim!? Gestação?! Eu?!
E então a primeira pergunta real foi: De quanto tempo?
E a resposta: Menos de 5 semanas.
E entao pensei: 5 semanas? 1 mes e 1 semana? Que dia foi isso?
Enfim.
Nao consegui fazer nem dizer mais nada.
Entao ela me perguntou:
- "Quem está na sala de espera?"
- Meu pai e  minha madrasta.
- "Como é o seu pai? O que ele vai dizer?"
- Não sei. Ele vai pedir pra eu tirar.
- "E o seu namorado?"
- Ele vai querer ter.
- "E você?"
- Eu não sei.

A partir daí eu já estava chorando igual uma criança pequena quando quer comer doce e os pais nao deixam.
Me vesti, chorando muito. Sem conseguir me conter.
Saí da sala. Fui ao encontro do meu pai.... e da forma mais descontrolada de todas eu "gritei" na sala de espera, chorando e nervosa: "Pai, eu to grávida!"
Os minutos depois foram de desespero.
Choro, nervosismo, angústia....

Minha madrasta me abraçou me levando pra fora do consultório.
- "Eu já imaginava!"
- Mas eu nao. - respondi.

Entao sem ter tempo de entender tudo, tiver que ir trabalhar.
Foi o dia mais complicado no trabalho.
Fingir que nada aconteceu, esconder o rosto de choro e conseguir realizar todas as minhas tarefas no serviço.
Na hora do almoço fui pra casa, coisa que quase nao faço. Lá conversei com meu pai e entao tive que ligar para o Montanha pra contar tudo.

- Montanha, tá sentado?
- "Tô. Como foi o exame?"
- Você vai ser pai.
- "Sério? De verdade mesmo?"
- Sim.
- "Sério, sério?"
- Sim.
- "Eita!".
- De noite a gente se vê. Tchauzinho.

De noite cheguei em casa, conversei com o namorado, estávamos todos perdidos com aquilo e ainda por cima, adivinha? tive que ir para a aula de ingles.
Pois é.
Mais abatida do que nunca, tentei nao comentar nem parecer diferente. Convenci.
Cheguei em casa, conversei com meu pai, ainda nao sabia o que EU queria....
Ele me deu apoio. Disse que o que eu decidir estava decidido.
Meu namorado havia ficado comigo um pouco. Depois tinha ido pra casa do irmão, o mais diplomático da família, o que já tem 2 filhos, o mais experiente em relaçao a isso.

Quando voltei do ingles o Montanha me ligou:
- "Posso ir aí te pegar? Queremos conversar com voce."

Fui pra casa do meu cunhado. Entre choros de todos os lados, conversas e verdades, saí de lá quase decidida. Mas ainda existiam dúvidas dentro de mim.


Aí foi a vez de contar a novidade para o resto da família do Montanha.
Eu estava nervosa, com medo da reação, mas esperava que fosse bem aceita a notícia.
O Montanha reuniu todos os irmaos, cunhadas, sobrinhos, no portão da casa da mãe dele.
Quando todo mundo chegou, eles adentraram a porta, o Montanha com o exame, o cunhado com o vinho e eu com o medo.
Depois que minha sogra ficou sabendo, todo mundo comemorou e oficialmente a família toda estava sabendo.

Depois liguei pra minha mae. Nossa, ela me destruiu no telefone. Falou tudo o que eu nao queria ouvir.

Foi muito difícil pra mim.2 dias depois eu estava viajando pra lá, de férias, com o Montanha... Estava com medo de como ela receberia tudo isso, de como ela ficaria depois disso, se ela aceitaria tudo..
Enfim... fui com muito medo.

Ainda bem que nao foi tao ruim quanto eu esperava.As coisas que ela havia me dito por telefone foram mais impulsivas do que verdadeiras.Ela estava chateada, inconformada, mas estava menos irritada.
Acabou que no final das contas até roupinha pro bebê ela comprou. Entao acho que o saldo da viagem foi positivo.

Bem, na viagem começaram os enjoos, cólicas e os banhos de óleo de amendoa.
Cheguei de viagem e entao tinha mais um leao para enfrentar: Meu chefe.
Fiquei dias e dias pensando em como falar com ele....
Entao cheguei um dia, chamei ele pra sala de reunião e disse: Estou grávida! e dei um sorrisinho amarelo.
Ele ficou espantado.Feliz, mas espantado.Conversou comigo, me disse as coisas que eu esperava ouvir da minha mãe e nao do meu chefe.Fiquei aliviada por ele ter sido, mais uma vez, legal comigo.

Depois foi a vez de ir a médica, obstetra, pela primeira vez.Falamos de várias coisas, ela examinou meu seio, minha barriga, pressão.Estava tudo normal.

Mais uma semana se passou....
Eu comecei a sentir aquele enjoo matinal, falta de apetite... essas coisas normais de grávidas.
Ainda bem que vomitei pouquíssimas vezes.

E entao chegamos ao dia de hoje, onde fui fazer meu segundo ultrason.
Desta vez acompanhada apenas do co-responsável pela criança.
Entramos na sala, e logo de cara vimos o pequeno grande ser sendo formado dentro de mim com incríveis 5cm e 11 semanas e 5 dias de vida.
Não sei explicar.
Ver pela primeira vez o feto, os bracinhos, pernas, cabeça, corpo....
Foi incrível.Ouvi seus batimentos.
A médica disse que ele estava normal. Tudo dentro do combinado, digamos assim.
E entao ficamos brincando de ver o bebê.
Ele girava, dava "tchauzinho" com a maozinha, dava cambalhotas, estava super agitado.
Depois de uns minutos ele resolveu ficar mais quietinho... e entao pudemos ver todos os membros dele... ficar namorando cada pedacinho do corpo dele em formação.
Eu fiquei assustada com o tamanho dele..... na tela ele fica enorme.... é muito legal de ver.
Desta fez quem chorou nao fui eu.... O Montanha estava com os olhos grudados no monitor, vendo cada coisinha que acontecia lá dentro.... com os olhos cheios d'agua.... chorou de felicidade por saber que o bebê estava bem.
E eu fiquei pensando: Serei uma daquelas maes que nao consegue dormir pq o bebê vai ficar super agitado na minha barriga!!
Entao saímos do consultório, eu vim trabalhar e o Montanha foi pra casa..

Amanha pego o resultado direitinho do exame, pedimos uma gravação dele também... se tudo der certo eu posto a gravação do vídeo aqui ou pelo menos umas fotos do vídeo.

É isso.
Este post é dedicado a minha amiga Lelê, escolhida para ser a madrinha do meu bebê. (rimou!!)

To be continued....

terça-feira

Estar grávida é...

... ler 50 vezes o resultado positivo do exame para ter certeza que está correto.
... ficar chocada ao saber que uma gestação dura 40 semanas e não nove meses como todo mundo diz por aí.
... se pegar imaginando, por horas a fio, como será os olhos, os cabelos e a pele do filho que vai chegar.
... torcer, e muuuuuuito, para que ele nasça perfeitinho.
... nunca mais dizer "ai, se fosse meu filho!" quando encontrar uma criança tendo acessos de birra no corredor de um shopping center.
... sair na rua e só enxergar mulheres grávidas.
... ter sono, muito sono.
... esperar ansiosamente pelo dia do ultrassom, e assim que sair de lá, esperar ansiosamente pelo próximo!
... aprender a enxergar o filho nas manchas de uma ultra-sonografia.
... ler muito sobre gravidez, pular o capitulo do parto (pois ainda é muito cedo pra se preocupar) e ir direto para os cuidados com o bebê.
... ir ao shopping e desejar apenas coisinhas para o filho.
... torcer para ficar barriguda.
... ficar muito esquisita e descobrir uma incrível capacidade de sentir todas as emoções em uma hora, da alegria descontrolada ao mau humor sem fim.
... acordar várias vezes de madrugada para fazer xixi.
... reparar que seu marido fica muito mais interessante como pai do seu filho e perceber que foi o único homem capaz de te presentear com tamanha alegria.
... rir sozinha ao sentir o bebê mexer, mesmo que ele te acorde várias vezes durante a noite, porque você não esta numa posição confortável para ele.
... acreditar num mundo melhor.

quinta-feira

Revelações a parte

Esses dias estive bem triste, nao sabia direito dizer o porque, mas pensando um pouco cheguei a algumas conclusões.
Estou me sentindo deslocada, sem um porto seguro, aliás, tenho só um porto seguro, que é meu namorado, mas mesmo assim isso é estranho pra mim.
Nunca fui mesmo de ter muitos amigos, estou mais ou menos acostumada a conhecer um trilhão de pessoas e ter apenas 4 amigos de verdade.
Talvez tenha mesmo herdado isso do meu pai, que faz mais ou menos o mesmo estilo, poucos amigos, muito contato.
Mas a história de hoje não é só sobre isso.
Eu descobri que estou triste pq estou me sentindo deslocada em todos os lugares.
No trabalho, emprego novo, não conheço muito o pessoal, trabalho numa empresa com apenas 2 pessoas, comigo 3. Eles são amigos de longa data e eu fico mesmo de fora da maioria dos assuntos. Mas tudo bem, são amigos de trabalho para mim, dificilmente levaremos para a vida fora dalí, como festas, churrascos etc.
Em casa, depois que eu comecei a trabalhar, fiquei bem afastada (ainda mais do que já era) do meu pai. Passo o dia todo fora, assim como ele, mas quando ele volta pra casa eu ainda tenho que ir pro Ingles e academia, entao acabo chegando as 22horas em casa, tomando um banho, comendo algo e indo dormir.
Entao nao fico muito tempo durante a semana com ele e a mulher dele. Nao almoço em casa, ele almoça. Entao acaba que ele e a esposa tem vários assuntos em comum, conversam, etc, e quando chega de noite, quando estamos jantando, eu fico deslocada pq eles conversam sobre coisas que nem sei que estao acontecendo.
Entao eu acabo por me isolar mais e mais também.
Nos finais de semana eu vou pra casa do namorado, onde rola um almoço de família todo sábado. Lá tbm fico meio deslocada, sou nova por lá, nem aprendi direito a árvore "ginecológica" da família. E ainda tem o lance da ex namorada dele, que era muito querida na família e ainda tem muita gente lá que gosta dela e por isso desgosta de mim, entao como nao sei ao certo que gosta de mim, acabo me sentindo mal com todo mundo e me isolo por lá tbm.
Com isso, meu pai reclama que quando eu posso ficar com ele, eu vou pra casa do namorado, entao comecei a ficar mais em casa, já que na casa do namorado as coisas tbm nao sao muito boas aos sábados pra mim.
Fiz isso (ficar em casa nos sábados) por 3 semanas e nao vi grandes mudanças na nossa relaçao.
Semana passada fiquei sozinha em casa com minha madrasta e conversamos sobre o clima lá em casa. Nesse dia descobri o quanto eu nao conheço meu pai.
Ela me disse coisas que eu nem imaginava que meu pai pensava, sentia, achava... Fiquei muito de cara e nem preciso dizer que chorei até depois da conversa.
Eles nao concordam com um monte de coisas que eu faço, que meu namorado faz... Enfim... Eu fiquei triste pq nao fazia nem idéia do que se passava lá em casa.
Apesar de ter entendido muita coisa, ainda acho que preciso de uma boa conversa com meu pai. O problema é que ele é um cara muito fechado, grosso, e eu já tenho tanta mágoa dele, que nao sei se consigo conversar sem me emocionar, chorar, etc. Só que eu sei que se eu chorar, ele vai dizer (como já disse antes) que eu estou apelando para o choro, parecendo a minha mãe, que é bem chorona tbm. Só que eu acho que o que aconteceu com ela é mais ou menos o que aconteceu comigo, ela guardou por tanto tempo as mágoas, que quando resolvia qualquer coisa com ele depois de um tempo, só conseguia falar chorando.
Eu nao queria ser igual, mas sabe quando vc se sente mal por segurar um sentimento? Eu nao consigo ficar de bem quando eu fico segurando o choro, me doi... Nao sei bem aonde mais dói.
E eu não gosto de sentir isso.
Queria mesmo que ele me ouvisse, mesmo que fosse chorando igual uma criança... Porque para mim isso faria a maior diferença do mundo.
Ui. Acho que já escrevi demais, mas eu to precisando mesmo desabafar e foi pra isso que criei esse blog nao é mesmo?

To be continued...

quarta-feira

As cagadas no caminho

Oi gente, será que agora eu volto de vez a escrever? Espero que sim, estou precisando sabia? Muita coisa na minha cabeça ultimamente.
Bom, pra explicar o post de hoje tenho que contar uma historinha antes.
Eu arrumei um trabalho no final do ano passado (setembro) que é muito perto da minha casa, por isso, vou a pé para o trabalho. Levo uns 7 minutos pra sair de casa e chegar até lá, é realmente bem perto.
Aí que entra o post de hoje...
Digamos que 90% dos caminho é feito pela calçada, de ruas que tem jardins, plantinhas, capim e coco de cachorro.
Pois é, as "cagadas no caminho" são as cagadas dos cachorros. Eu não fico com raiva dos bichinhos porque é normal, todo mundo faz isso, fico brava com os donos dos cachorros, que não catam as caquinhas de seus bichos.
Pra que vcs entendam direitinho, eu passo por uma rua só de arbustos, onde os cães não conseguem fazer a caquinha no mato, entao elas ficam na calçada da rua.
Conclusão?
Eu tenho que andar em Zig-Zag pra nao pisar nas merdas. Imagina isso todo dia? Indo e vindo? Eu já cheguei ao ponto de "reconhecer" os cocos que são novos e os que são "de ontem".
A que ponto cheguei. Decorei o caminho, os cocos no caminho. Daqui a pouco eu vou até saber quem é o cachorro que fez aquele coco, se ele come só ração ou se ele tem alimentação diferente.
O bom, é que eu NUNCA pisei em nenhuma dessas armadilhas no caminho, mas vejo que algumas pessoas não tiveram a mesma sorte que eu, pq vira e mexe tem um coco pisado quando eu volto pra casa.
Eu até tenho a opção de ir pelo asfalto, mas acho meio perigoso.

Tem dias que eu vejo pessoas que carregam o saquinho plástico junto quando vão passear com os bichinhos e SEMPRE que vejo isso, agradeço a pessoa, paro ela na rua e digo que sua atitude é correta, pois que passo por aquela rua todos os dias e sei o quanto é ruim ficar olhando pro chão, concentrada para nao pisar em nada.

É isso, e chega de falar de coco que tá quase na hora do almoço!

To be continued...

segunda-feira

Será 2009?

Bem vindo ano novo!
Pois é, depois de alguns meses fora do blog acho que voltei.
Não vou prometer pq minha vida tá meio doida ultimamente.
Tem dias que estou afim de escrever, tem dias que não estou, entao eu num vou prometer nada.
E esse post vai ser curtinho pq eu to meio enrolada por aqui agora!

To be continued...

sexta-feira

A procura do homem ideal

Quando menina esperava um dia ter um namorado... seria bom se fosse alegre e amigo...
Quando tinha 18 anos, encontrei esse garoto e namoramos; ele era meu amigo, mas não tinha paixão por mim. Então percebi que precisava de um homem apaixonado, com vontade de viver, que se emocionasse...
Na faculdade saía com um cara apaixonado, mas era emocional demais.Tudo era terrível, era o rei dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava suicidar-se. Descobri então, que precisava de um rapaz estável.
Quando tinha 25 anos encontrei um homem bem estável, sabia o que queria da vida; mas era muito chato: queria sempre as mesmas coisas - dormir no mesmo lado da cama, feira no sábado e cinema no domingo. Era totalmente previsível e nunca nada o excitava. A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de um homem mais excitante.
Aos 30, encontrei um tudo de bom, brilhante , bonito, falante e excitante, mas não consegui acompanhá-lo. Ele ia de um lado para o outro, sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas impetuosas, paquerava com qualquer uma e mefez sentir tão miserável, quanto feliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Decidi buscar um homem com alguma ambição para com ele construir uma vida segura. Procurei bastante, incansavelmente...
Quando cheguei aos 35, encontrei um homem inteligente, ambicioso e com os pés no chão. Apartamento próprio, casa na praia, carro importado...solteiro e sem rolos!Pensei logo em casar com ele. Mas era tão ambicioso que me trocou por uma herdeira...
Hoje, depois de tudo isso, aos 40 anos, gosto de homens com pinto duro... E só!Nada como a simplicidade...

quinta-feira

Você sabe jogar Gamão?

Vídeo engraçado ensina como arremessar os dados no Gamão!


quarta-feira

Lançamento do Post A CIA da Guria.

Calmaaa povo, vou explicar. A CIA da Guria é formada por leitores do blog que gostariam de escrever um post para ser publicado aqui.
Pode ser uma história pessoal (caso queira a identidade nao será revelada);
Pode ser uma piadinha bacana que você conhece.
Pode ser um vídeo engraçado que você viu.
Pode ser uma fato que você queira comentar.
Pode ser uma foto que você queira mostar.
Pode ser O QUE VOCÊ QUISER!

Certo?
Se a idéia vingar pretendo fazer um post do CIA DA GURIA todas as SEXTAS FEIRAS. Mas os posts podem ser mandados a qualquer dia e a qualquer hora. Eles serão veiculados de acordo com a ordem em que forem enviados.
E mais uma coisa:
Como aqui no blog EU também escrevo muita porcaria, o post não tem censura. Pode usar qualquer tipo de vocabulário, só farei correções ortográficas e PLIM, o post estará no ar!
Fechado?
Então é isso aí, quem quiser participar pode mandar o post pro e-mail: umaguriaai@gmail.com

Aproveitando a deixa, quem quiser add a Mari no msn: umaguriaai@hotmail.com

Certo?

To be continued...