domingo
A chegada do bebê!
quarta-feira
Ta aí o que você queria!
A atualização demorou mas chegou!
E sabe porque ela demorou? Porque o meu pequenino nasceu!!
Pois é, dia 11 de novembro as 01:08 da manhã.
Mas como tudo isso começou?
Bem, eu estava com 38 semanas e 5 dias, fui fazer uma ecografia na terça feira dia 10 para saber como estava indo o meu meninão.
Já na consulta a médica observou que a taxa de líquido ameniótico estava muito abaixo do esperado e que além disse o Gustavo tinha duas voltas de cordão no pescoço, o que dificultaria e muito um parto normal por causa do comprimento do curdão.
Mas de fato o que mais preocupava era a taxa de líquido, pois o bebê precisa dele para se manter dentro do útero em boas condições.
Assim que saímos do exame, liguei para minha médica obstetra da casa do meu pai e entao relatamos para ela o que a ecografia revelou.
Com tudo o que estava acontecendo ela disse: "Vamos tirá-lo daí o mais rapido possível! Que tal hoje a noite?"
O Montanha congelou... e repetiu: "Hoje?" E então olhou pra mim pedindo uma resposta imediata.
Eu com a maior calma do mundo disse: "Tudo bem, que horas? Qual hospital?" e então tudo foi acertado.
Na mesma hora minha madrasta chegou e quando ouviu o HOJE já saiu gritando feliz e contente!
Entao ligamos para meu pai para avisá-lo da ocasião enquanto eu e Montanha nos preparávamos, primeiro psicologicamente, para o grande momento.
Fomos pra nossa casa. Enquanto eu acabava de arrumar a minha bolsa, a bolsa do bebê e tudo o que precisávamos para ir pro hospital, o Montanha teve uma crise de "piriri" e ficou no banheiro por muitos minutos.
Tomei meu banho, dormir, relaxei... ou melhor, tentei relaxar pois já estava começando a sentir contrações desde o meio da tarde...
Fomos pra casa do meu pai por volta das 21 horas. Já eram mais de 4 horas tendo contrações e mais de 2 horas tendo contrações de 5 em 5 minutos (intervalo ideal para dar inicio ao parto).
Pegamos minha madrasta e fomos pro hospital, depois de uns minutos, meus cunhados (padrinhos do Gustavo) chegaram também. Estávamos todos ansiosos esperando a chegada da minha obstetra para dar início aos preparativos da sala de cirurgia.
Entao me colocaram numa espécie de baia, onde tinha uma caminha, com cortina na "porta" e uma cadeira. Tinha que ficar lá esperando a minha hora de entrar.
Me deram entao uma camisola, tive que tirar tudo o que eu tinha de objetos, ficar absolutamente nua, apenas com a tal camisola amarela. Nesse meio tempo meu pai chegou ao hospital depois de uma reunião de condomínio - ele é o sindico e nao podia fugir dela.
Minutos depois chegou um rapaz com uma cadeira de roda. Fui até o centro cirurgico com meu marido enquanto meus familiares me esperavam no apartamento onde eu ficaria hospedada depois.
Entrei no centro cirurgico sozinha, enquanto o Montanha se vestia com aquelas roupinhas azuis que vemos nas novelas.
Fiquei ali, sozinha, numa sala fria, com uma moça parcialmente cedada do meu lado, sendo monitorada por aparelhos que faziam barulhinhos a cada pulsação de seu coração.
Eu sentada naquela cadeira, com contrações, sozinha, com uma moça que trabalhava no hospital cheia de coisas pra resolver, na sala ao meu lado estava tendo um outro parto.
Só descobri quando vi uma mulher carregando um bebê choroso para o outro lado do centro.
Enquanto isso eu continuava sozinha. Foram mais de 40 min., até que eu ouvi a voz da minha médica e isso me deu um alívio. Mas nada dela aparecer, pra me dizer um olá!
Fui ficando mais nervosa com essa falta de apoio... as contraçoes estavam cada vez pior... precisava de alguém pra segurar minha mão.
Ja passavam das 23 horas e meu parto tinha sido agendado pras 22horas. Estávamos atrasados.
Logo depois minha médica apareceu, perguntou como eu estava etc e logo depois sumiu de novo.
E eu ficava me perguntando: "Cade meu marido?"
Até que nao aguentei e perguntei pra tal menina que estava atolada de coisas.
Ela me disse que ele estava lá fora, trocando de roupa, mas que estava demorando porque estavam com dificuldade de encontrar uma roupa que coubesse nele.
Falando assim até parece que o Montanha é enorme de gordo, coisa que de fato nao é, mas o apelido dele continua sendo Montanha, enquanto ele também não é dos mais mirradinhos.
Finalmente ele chegou! Me deu um alívio tão grande!
Ficou comigo por uns minutos e entao chegou minha médica.
Fomos pra sala onde seria o parto.
Ela me deitou na cama, fez o que eles chamam de toque e então me disse:
"Você tá com 8cm de dilatação, vamos tentar normal?"
"Faz força, vamos ver!"
E nisso eu pensei: O que? Normal? Mas... mas..? Fazer força? Tá bom!!
E lá fui eu fazer força... e de novo e de novo....
Ela entao rompeu minha bolsa, fui uma sensação estranha. Uma mistura de sangue e água apareceu entre minhas pernas.
"Vamos colocar ela na sala de parto normal?" - disse a médica para o assistente.
E lá fomos nós...
Pra encurtar a história, não fiquei muito tempo na sala de parto normal porque comecei a sentir muitas dores nas costas devido minha lordose que se agravou durante a gravidez. Sentia mais dores nas costas do que as dores da contração e isso nao estava me ajudando a fazer a força necessária para o bebê sair.
Pedi então que voltássemos para a sala de cirurgia, pois sabia que nao conseguiria fazer o meu trabalho durante o parto.
Voltamos pra sala de cirurgia, o anestesista chegou, aplicou a injeção e em incríveis 30segundos eu já não sentia mais minhas pernas e abdomem. Eles foram dominados por um formigamento e toda a sensibilidade foi embora.
Então a médica passou aquele líquido amarelo na barriga, colocaram o tal pano azul na minha frente, de um lado do meu braço havia soro, do outro o medidor de pressão e então a médica começou a cortar minha barriga.
Dai pra frente é claro que não sentia nada... Ouvia tudo o que estava acontecendo, mas nao tinha noção do que estava sendo feito. O Montanha estava comigo, e tudo ia bem.
Depois de poucos minutos eu senti uma pressão grande na barriga e logo depois ouvi o choro do meu bebê!
A sensação é incrível. A enfermeira me mostrou ele, eu fiquei sem reação. Isso estava dentro de mim, agora está aqui!? E logo o levaram para a pesagem, medição e avaliação das condições de vida dele.
Enquanto isso o Montanha o acompanhou e eu fiquei sendo "fechada" pelos médicos.
Depois meu marido voltou com nosso bebê no colo e me mostrou ele novamente.
Foi muito bom ver minha família toda junta pela primeira vez!
O proximo post vai ser sobre as primeiras horas com o nosso pequeno!
To be continued...
terça-feira
De repente 36
Parece que foi ontem...
Que mentira!!
A gravidez passou rápido até aqui, mas nada que se compare com "ontem"!
Noves meses não demoram muito, mas os últimos meses estão sendo os mais difíceis de suportar.
Certa vez li a seguinte frase : "Se gravidez fosse um livro, eu nao escreveria os dois últimos capítulos!" e de fato é verdade.
Do oitavo mês pra cá a coisa veio ficando pesada, cada vez mais pesada.
Muitas dores nas costas, na lombar, pernas, cólicas e principalmente as primeiras contrações.
Segundo a medicina tudo se justifica, mas a gente nem quer saber o motivo, quer saber logo é como aliviar isso, e a resposta é a mais clara de todas: Quando o bebê sair tudo acaba!!
O problema agora é QUANDO isso vai acontecer.
A partir de agora, a qualquer momento.
Estou com 37 semanas e alguns dias, isso equivale a nove meses e 1 semana praticamente.
Segundo minha médica o Gustavo pode ficar até 40 semanas dentro da barriga (Data provável do parto) Isso no calendário dá dia 20 de novembro.
Caso o Gustavo seja um menino preguiçoso, ele terá mais uma semana de crédito dentro da minha barriga, porém, se no prazo de mais uma semana (27 de novembro) ele não nascer, seremos obrigados a tirá-lo de lá, afinal, ele nao pode viver lá a vida toda!
A justificativa da medicina é claro que nao é essa.
Parece que passadas 41 semanas de gestação a vida uterina passa a ser prejudicial ao bebe. É como se ele começasse a envelhecer lá dentro, nao tendo mais espaço para crescer ele começaria a atrofiar ou algo parecido.
Bem, sei que ao que tudo indica o Gustavo nao deve ficar 41 semanas na barriga, mas deve chegar até a data provável do parto.
Porque?
Porque existe uma série de coisinhas que dizem mais ou menos quando o bebe vai nascer. Podemos dizer que existem uma série de sintomas.
A barriga fica baixa, devido a posiçao que o feto assume perto da hora (semanas) de nascer.
Sentimos (as vezes) contrações mais frequentes, diárias, repetidas etc.
O bebe depois que "encaixa" dificilmente se mexe muito, já que ele encontrou a posição para ficar para o seu nascimento.
Além de outros "sintomas" que eu nao sei examente explicar, mas que existem e sao fáceis de entender para quem é especialista no assunto.
Minha barriga já mudou de forma, mas segundo o toque da minha médica o Gustavo até semana passada nao corria o "risco" de nascer.
Agora como a hora do parto se aproxima, as visitas ao obstetra sao mais frequentes, antes iamos 1 vez por mes, depois 2 por mes e agora toda semana estou lá dando um "oizinho" pra Dra.
Qual é a parte menos agradável dos 9 meses?
Definitivamente qualquer movimento que nao seja estar deitada numa cama!
Sentar no pc nao dói, mas depois de alguns minutos no PC, ou sentada em qualquer outro lugar onde fico com as pernas para baixo e a coluna reta, quando me levanto sinto que minha barriga repuxa, sinto uma cólica cada vez que levanto depois de muito tempo sentada. Isso realmente é ruim.
Quando vou comer, o maior problema agora é conciliar o tamanho da barriga com a distancia que preciso ficar da mesa e com o trajeto que a comida faz do prato até minha boca.
Parece besteira, mas fica realmente longe o prato da boca e como a barriga está grande, inclinar-me para frente nao ajuda (se fosse possível) a minimizar as chances da comida cair na minha barriga.
A solução? Abrir BEM as pernas, para a barriga descer mais e entao conseguir chegar mais perto da mesa e se alimentar normalmente.
Outro problema? Hora de se vestir.
Você toma um banho super relax e vai colocar a calcinha... de repente uma barriga enorme na sua frente. Você nao consegue se abaixar, nao consegue erguer as pernas e muito menos dobrá-las.
Solução? Sentar-se na cama, na cadeira ou onde puder, dobrar a perna por cima do OUTRO joelho e colocar a calcinha.
Após alguns dias de prática nao fica tao dificil, mas é um pouco desconfortável.
Mais um incômodo? A posição boa para se dormir.
CLARO que há meses nao sei o que é dormir de bruço, mas pouco me importa pois nunca consegui dormir nesta posiçao.
O problema agora é que só dá pra dormir de lado, seja direito ou esquerdo, de preferencia o esquerdo (segundo a médica) e CADA movimento e mudança de posição deve ser friamente calculado.
O peso da barriga faz com que mexer o quadril (da direita pra esquerda) seja uma tarefa dolorida e pesadíssima. Voce deve virar a bunda pra um lado, depois as costas e por ultimos as pernas até conseguir definitivamente atingir a possível confortável que espera.
O dificil é conseguir ficar nesta posiçao por muito tempo. Primeiro porque sua perna que está na parte de baixo, na qual vc está apoiada começa a doer muito se você ficar muito tempo sobre ela, segundo porque com um bebê fazendo pressao na sua bexiga, a frequencia com que você vai ao banheiro durante a noite se torna impressionante. Pra nao exagerar, tem noites que vou de 3 em 3 horas, as vezes até intervalos menores.
O "bom" é que com a chegada do bebê nao terei muitas horas disponíveis para dormir de madrugada de qualquer jeito, entao é uma forma de me acostumar com os horários de amamentar.
De resto é isso.
Se nao fossem as minhas novas roupas de grávida, eu nao teria direito o que vestir, principalmente em ocasioes tipo aniversários, festas, ou qualquer outro evento onde eu devesse estar mais arrumadinha do que uma blusa velha e um short.
A parte boa dos 9 meses é que nunca faltou tao muito tempo para que tudo isso acabasse!
Ver o quarto do bebê pronto, ver tudo arrumado e só aguardar para que ele chegue com saúde e gordinho, cheio de dobrinhas, nao tem nada melhor nesse momento.
Fico as vezes olhando o quarto dele e imaginando o meu novo dia a dia com ele ali...
Sei que por mais que eu imagina nunca saberei realmente o que é até realmente chegar a hora.
Acredito que conseguirei ainda atualizar o blog antes do Gustavo nascer, mas caso isso nao aconteça farei de tudo para pelo menos escrever 3 linhas, dizendo como foi o parto e como está sendo a presença dele na nossa vida.
Não só pra informações de vocês mas também para registro meu, afinal esse blog também serve para que EU relembre tudo o que passei e vivi.
To be continued....
segunda-feira
E lá se vão 7...
Pois é, está é minha última semana do sétimo mês.
Pensei que demoraria mais para o final da gravidez chegar, mas olhando pra trás nem demorou tanto.
Minha barriga já está definitivamente crescida e redonda, o Gustavo já dá os tão falados chutes e socos doloridos e se mexe constantemente.
Meus tornozelos devidamente inchados, minhas costas devidamente doloridas e meus movimentos devidamente debilitados... Isso é a gravidez!
Mas sabe que nem acho isso de tudo ruim? Lógico que está longe de ser agradável, mas acho que é preciso passar por isso e não vejo tanto como uma tortura.
Até mesmo o trabalho de parto e parto pra mim não são mais motivos de pesadelo.
Acho até que nunca foram.
Sempre pensei "Uma hora tem q sair!" e essa hora está cada vez mais perto, não podendo de forma alguma ser ignorada.
Penso que o parto pode ser ruim pra umas e bom pra outras (apesar de que BOM mesmo não deve ser nunca!) mas eu acredito muito na minha condição física de "Quadriluda" para ter um parto normal fácil e tranquilo.
Vejo a cesariana apenas como um solução para o nascimento e não como uma opção.
Apenas se realmente não for possível dar a luz naturalmente é que pensaremos em fazer a cirurgia. Mas longe de eu fazer meu filho sofrer para tentar dar a luz naturalmente.
A partir do momento em que as coisas não saírem como o planejado, já irei optar pela cirurgia para evitar sofrimento para o bebê e dores desnecessárias para mim.
Outra parte que vem logo depois do parto que me deixa pensativa (e essa sim eu gostaria que desse muito certo!) é a amamentação.
Pq?
Bom, pq até onde sei ela envolve vários fatores, entre eles:
- Ter leite;
- Conseguir ter leite suficiente para a fome do bebê;
- Conseguir fazer com q o bebê pegue o bico direitinho para mamar;
- Conseguir aguentar o processo de amamentação, pois muitas dizem ser doloroso;
- Não sangrar os bicos (muitos ressecão e sangram).
Acredito que estes sejam os principais, fora que amamentar é importante para o bebe, como mãe, devo me alimentar ainda melhor pois meu leite vem do que como e bebo, é um momento muito íntimo e bonito de mãe e filho e eu não gostaria de perder isso.
Por pior que possa ser, tenho muita fé e vontade de conseguir amamentar então é isso que me faz não pensar em coisas ruins que podem acontecer e se por acaso eu não conseguir de fato amamentar não me sentirei frustrada por isso, pois sei que é uma coisa que está além de meu alcance para ser ou não ser capaz de fazer.
O que me preocupa é o terrorismo que fazem em relação a chegada do bebe e o acumulo de obrigações que vem junto com ele.
É óbvio que sei, pois todos falam, que filho dá trabalho, mas acho que as vezes as pessoas mais próximas exageram nas suas constatações.
Quando falei em morar sozinha com meu marido, todos ficaram aterrorizados pensando que nossa casa seria um chiqueiro, pois tanto eu quanto ele viemos de casas mágicas.
O que é uma casa mágica?
É aquela que de manha cedo vc levanta pra ir pro trabalho/escola/faculdade deixa a cama bagunçada, toma o café da manha e deixa a mesa do jeito que ficou, toma um banho e joga a roupa no chão do banheiro e sai...
Quando vc volta pra almoçar, sua cama está feita, seu quarto arrumado, a mesa de café já foi tirada e a mesa para o almoço já está posta, sua roupa não está mais no banheiro e ele cheia a produtos de limpeza.
Isso é uma casa mágica.
Bem, então, todos achavam que nossa casa, por não ser mais mágica, por não ter ninguém que fizesse pela gente os deveres domésticos, seria uma verdadeira bagunça.
Agora todos estão de queixo caído pois eu e Montanha estamos de fato conseguindo administrar muito bem nossa casa, claro que temos dias em que não queremos lavar louça, outros onde estamos com preguiça de passar pano, mas com consciência a gente acaba mantendo a casa limpa e arrumada.
Não posso negar que o Montanha faz muito mais pela casa do que eu, uma vez que ele tem intervalos de folga muito mais longos que o meu, mas acredito que temos funções diferentes e bem definidas dentro de casa.
Eu sou mais administrativas, cuido das datas de vencimento de contas, se temos ou não temos leite, pão, presunto, queijo, sabão, etc. , se precisamos ou não lavar roupas, passar roupas, tirar roupas do varal, colocá-las no varal, se temos que limpar os panos de chão, lavar as toalhas de banho e as roupas de cama, onde e como devemos guardar tudo o que é limpo e passado... Assim como onde teoricamente tudo deve ficar (pratos, mantimentos, roupas, toalhas, jogos de lençol, sabonetes, kit de primeiros socorros, etc.), qual a melhor disposição das poltronas, onde devem ficar as almofadas, as cadeiras da mesa, os travesseiros da cama, os chinelos etc...
Enquanto isso, o Montanha cuida da limpeza da casa, como lavar as louças (com certa ajuda minha também), passa pano no chão, limpa os banheiros, passa pano nos móveis, troca o lixo da cozinha, me ajuda com as roupas do varal, a lavá-las também.. etc. Então acredito que estamos indo bem com a nossa casinha.
O que de fato me preocupa é que eu realmente não sei quando de tempo uma criança recém-nascida demanda de nossa atenção e pelo terrorismo que estão fazendo, parece que meu dia vai precisar de 72horas pra q eu consiga fazer tudo....
Na verdade acho que não precisa ser assim.
Primeiro pq meu marido me ajuda muito, principalmente quando vê que estou cansada e que a barriga começa a me debilitar em certas tarefas, segundo porque acredito que possa ter ajudar de uma empregada para limpar minha casa, afim de q eu me dedique apenas a cuidar, alimentar e dar atenção ao meu filho.
Então não vejo essas mil obrigações que todos falam. Vamos ver o que digo nos posts daqui 3 meses né?
Acho que com organização teremos tempo para fazer tudo o q precisamos e ainda assim cuidar muito bem do nosso filho. Eu não tenho medo das responsabilidades e acho que isso já é um grande passo.
É isso, que venha o Gustavo com suas bochechas gordas e pezinho grande!!
To be continued...
terça-feira
Ecografias 3D Gustavo
Agora vou mostrar as ecografias do meu filhão, primeiro começo com a mais "importante" que é a que torna o Gustavo, de fato, o Gustavo:
Agora uma foto dele com boquinha fechada e bochechas redondinhas:
Agora ele cansou de todo mundo babando e falando como ele era fofo e fez questão de tapar os ouvidos:
Agora ele deu um sorrisinho, repare nas covinhas que se formaram na bochecha, ele está levemente sorrindo para nós:
Agora fez pose, do tipo "cansei", com a maozinha na testa, repare no narizinho que perfeitinho:
Mais uma onde o narizinho aparece todo arrebitado:
Nessa vemos bem a carinha e os traços do Gustavo, nariz, queixo e boca:
Cheeeeeeeeeega de babação!
Esse é meu lindo filho...
Pra quem tava devendo fotos acho que atualizei bem né?
É isso galera...
To be continued...
segunda-feira
Fraldas pra que te quero!
Atendendo aos pedidos da dindinha Lelê, vou atualizar o blog contando sobre o chá de fraldas:
Primeiro, começo dizendo que dia 11 de setembro eu fiz uma das ecografias mais legais (se não a mais legal) que existe: A 3D que é também chamada de 4D, o que isso significa?
Vou colocar uma foto, que não a do meu filho pra vcs entenderem o que é essa ecografia, assim que tiver as fotos dele eu atualizo o blog com a carinha do meu Gustavão:
Em suma é isso, vc tem noção do desenho do rosto, mãos, pés etc. Teoricamente é como se vc visse através da barriga da gestante e observasse o bebe como ele vai nascer, com a carinha que ele tem de verdade.
O que faz a 3d virar 4d é o fato de ser gravado o exame, gerado um vídeo.
As ecografias 3D dever ser feitas entre as semanas 28 e 32 para garantir uma melhor visualização do bebe, após 32 semanas (final do 7 mês) o bebe começa a ter menos espaço dentro da barriga da mãe e a visão do exame e, logo, a qualidade dele ficam prejudicadas.
Foi com sucesso que com 30 semanas consegui fazer o exame e ver a carinha do meu Gustavo.
Para completar o resumo digo agora o que mudou em mim desde a última postagem:
- Os chutes estão mais intensos tanto em frequência quanto em força. É possível VER os chutes e não só sentí-los pelo toque em minha barriga.
- Meu umbigo ainda não saiu totalmente, mas parte dele está se manifestando cada vez mais para fora.
- Comecei a sentir mais dificuldade para me mexer, levantar, abaixar etc. Agora só consigo me levantar de lado e não mais de frente como se fizesse abdominal... tenho que deitar totalmente o corpo e dai me apoiar pelos braços e me erguer lateralmente. No começo é esquisito, ruim, mas quando não se tem outra forma de levantar da cama esta parece a melhor delas.
- Amarrar cadarço nem pensar! Meus pés estão cada vez mais difícil de alcançar e colocar meias, tenis e sandálias de fivelas se tornaram missões quase impossíveis.
- Praticamente todas as roupas que me cabiam "não-gravida" já não cabem mais. Agora o quadril começa a se abrir ainda mais, o rosto a tornar-se mais redondo e os braços e coxas começam a ficar redondinho. Ou seja, vc começa a engordar pra valer!
- Sinceramente não me senti tão carente e chorona quanto achei que ficaria, ponto positivo, pois evitei muitas brigas desnecessárias com o marido. Fico até mais carinhosa do que de costume, mas nada que se torne um "chiclete".
- A ansiedade pela chegada do bebê é cada vez maior. Ver o quartinho dele tomando forma, os presentes que ganho ocupando os lugares na casa, isso tudo é muito gostoso e faz com que, mesmo ainda dentro da barriga, sua presença já seja sentida no ambiente.
- Felizmente não tive problemas com estrias na barriga e no restante do corpo (aparentemente nenhum novo "risquinho" foi encontrado além dos que já existiam).
- Meus seus começaram a crescer com mais intensidade, podendo até ser observado pontinhos brancos nos bicos, o que seria o começo de um leite materno, mas em forma de pasta ou algo ainda mais denso, devido a falta de estimulação (mamada). Assim que for necessário alimentar o bebe, está pasta irá ficar cada vez mais rala até se tornar o leite materno normal.
- Infelizmente, a rotina de trabalho, arrumar casa e cuidar do marido fazem com que a gente fique por mais tempo em pé e isso ocasiona inchaço nos tornozelos, principalmente onde as meias trancam a circulação.
De resto tudo está bem.
Tenho agora necessidade de comprar roupas mais folgadas, próprias para gestantes de barrigas de 8, 9 meses pois todas as demais estão apertadas de uma forma ou de outra e querendo ou não, quanto antes eu abandonar os tenis e começar a usar só sandalinhas de dedo, melhor pra mim. Então vestidos de grávidas, lá vou eu!!!
Sábado agora foi o tão esperado chá de fraldas.
Pedimos fraldas, apenas elas e poucos pacotes de lenços umidecidos.
Resultado do chá de fraldas?
- 2 pacotes tamanho RN - só para a maternidade e primeiros dias de vida.
- 4 pacotes tamanho P - para as primeiras semanas de vida.
- 21 pacotes tamanho M - para os primeiros meses de vida (de 3 a 8 meses)
- 18 pacotes tamanho G - para os meses próximos de completar 1 ano (de 9 meses até 1 ano e 2 meses)
- 2 pacotes tamanho XG - para os meses em que o bebe começa a deixar de usar fraldas (2 anos e pouco)
- 23 pacotes de lenços umidecidos - para limpar o bumbum do bebe (acima de 2 meses).
Quando o bebe é recem-nascido, limpamos o bumbum dele apenas com óleo de amêndoas e algodão, pois estes lenços podem ocasionar alergia na criança.
É óbvio que precisaremos comprar mais fraldas, mas estamos muito bem assistidos por alguns meses e isso nos dá um alívio.
Existem ainda as pessoas que não entregaram as fraldas pra mim, então ainda acho que receberei mais e mais pacotes, o que é ótimo! hehe
Também estou ganhando muitas roupinhas para o Gustavo. Quando menos esperamos, alguém (normalmente uma mulher próxima da família - vós, cunhadas, tias etc) aparece com 2 ou 3 mudas de roupinhas de todos os tipos, tamanhos, cores e formas. Um verdadeiro espetáculo de variedade!! Se duvidar meu filho já tem mais roupas que eu!! hehe
Meu marido (Montanha) continua carinhoso, passando diariamente óleo de amêndoas na minha barriga. Este é o momento mais alegre do dia. Eu deito na cama, coloco o barrigão pra fora e ele fica espalhando o óleo e conversando com nosso filho. Enquanto isso o Gustavo dentro da minha barriga parece reconhecer (e não duvido disso) a voz do pai e responde com chutes, socos e cotoveladas enquanto o pai interage com ele.
Bom, acredito ter dado uma bela atualizada no blog hoje. Assim q puder colocarei fotos do Gustavo, para que todos acompanhem o meu pequeno cidadão...
To be continued...

